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COMUNIDADES INDÍGENAS DE RORAIMA

Explorar a exuberância da natureza e as riquezas da cultura indígena - Essa é a simbiose que o visitante encontrará ao visitar algumas das comunidades indígenas do Estado.

Somos o estado com a maior população indígena do Brasil, muitos deles ainda com pouco contato com a sociedade civilizada, muitos ainda não falam o português e trazem muito forte a cultura tradicional, a religiosidade e o seu modo de viver nativo.

Algumas comunidades só se tem acesso de avião, outras estão mais próximas. Algumas são possíveis de se visitar com viagens curtas, outras demandam um planejamento mais detalhado e as devidas licenças prévias.

Apresentamos nos links abaixo da foto, as comunidades mais acessíveis.

Foto: Marcelo SeixasVista aérea IngarikóAmpliar imagem
Vista aérea Ingarikó

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Pacotes
  • COMUNIDADE MARUWAI
  • COMUNIDADE MARUWAI

    Foto: Roraima AdventuresMalocaAmpliar imagem
    Maloca

    A comunidade está a 140 km de Boa Vista, durante o percurso poderemos curtir a bela paisagem do rio Uraricoera, ao atravessar a balsa do Passarão, e observar os cenários do lavrado, serras, lagos, tuiuiús e garças com possibilidade de avistar os cavalos selvagens.

    Na comunidade ouviremos as histórias e lendas contadas pelos mais velhos, poderemos também contemplar a linda serra do Maruwai, avistar a fabulosa pedra que dá nome a serra e que segundo a lenda é a resina da árvore maruwai petrificada por Makunaima, tomar um refrescante banho no igarapé Jacundá, comer peixe com farinha e tomar um saboroso suco de taxi (fruta da região, pronuncia-se “tachi”).

    Num passeio pelos arredores da comunidade é possível avistar outras serras, como a lendária Serra do Balde, pedras pintadas, conhecer o igarapé Maruwai e perder a vista na imensidão do místico lavrado que se funde com a linha do horizonte e o céu, compondo um belíssimo cenário.

    Foto: Roraima AdventuresParaíso Maruwai1Ampliar imagem
    Paraíso Maruwai1

    As visitas só acontecem mediante solicitação prévia e com as licenças formalizadas.

    CRONOGRAMA SUGERIDO

    1º dia

    Saída de Boa Vista com destino a comunidade Maruwai, onde seremos recebidos na sede da comunidade. Todos serão acomodados e logo depois será servido o almoço. À tarde, banho no igarapé Jacundá e passeio pelos arredores da comunidade. Após o jantar, ouviremos as histórias e lendas contadas pelo ancião da comunidade. Pernoite.

    2º dia

    Café da manhã regional às 06h. Em seguida saída para visita a Pedra Pintada, a 40 km da comunidade por estrada de chão, onde poderemos ver as pinturas rupestres num dos sítios arqueológicos mais antigos da região e na volta para a comunidade, conheceremos o igarapé Maruwai. Após o almoço, passeio pela comunidade para conhecer o modo de vida dos índios, como se faz a farinha, o tucupi, o beiju, etc. Jantar e pernoite.

    3º dia

    Após o café da manhã, hora da despedida e retorno para Boa Vista.

    Foto: Roraima AdventuresParaíso 4Ampliar imagem
    Paraíso 4

    INFORMAÇÕES ADICIONAIS

    • As acomodações serão em barracas ou redes no barracão da comunidade.

    • A alimentação será fornecida pela própria comunidade, e deverá ser paga diretamente pelo viajante à pessoa que fez o preparo e o atendimento, estimulando assim a atividade de turismo na comunidade.

    • Grau de dificuldade: leve.

    • A reserva da viagem deve ser confirmada com antecedência.

    Valores, condições de pagamentos e mais detalhes, sob consulta.

    Veja fotos da comunidades neste link

    www.roraima-brasil.com.br/pt/galerias/fotos

  • COMUNIDADE NOVA ESPERANÇA
  • COMUNIDADE INDÍGENA NOVA ESPERANÇA - TRILHA ECOLÓGICA DO KUATÁ

    Localizada na faixa de fronteira com a Venezuela, a comunidade tem como atrativos: a Trilha Ecológica do Kuatá, de aproximadamente 06 km em cujos mistérios da natureza são interpretados por guias e especialistas indígenas. Além disso, o visitante tem contato com a Damurida (o principal prato indígena acompanhado por outras iguarias locais, como Aluá e o Caxiri). Para fechar o dia, a interação com a cultura genuinamente indígena, representada pela dança de curumins e cunhantãs.

    Foto: Roraima Adventuresíndio e araraAmpliar imagem
    índio e arara

    Cronograma de viagem:

    Este passeio dura 01 dia, saindo de B. Vista às 06h00, com duração de 03 horas pela BR174 em direção à fronteira com a Venezuela. Chegando no local, seremos recebidos pelo líder da Comunidade, que nos apresentará a programação estabelecida por eles. As atividades devem se encerrar por volta das 16h30, quando retornaremos para B. Vista.

    Inclui:

     Transfers, visita à trilha, guias locais, lanche, refeição, apresentação de dança e seguro-viagem.

    A reserva deve ser feita com 20 dias de antecedência.

  • POVO INGARIKÓ
  • POVO INGARIKÓ

    Povo de ramo lingüístico Karib, a denominação Ingarikó é de origem Makuxi, que quer dizer “Gente da mata espessa”, por viverem isolados na região da \\\"mata serrana\\\", mantendo relações mais regularmente com seus semelhantes que, em maior número, vivem na Guiana, do outro lado da fronteira. Aliás, o isolamento tem sido a característica deste povo, embora mantenham contato intermitente com brancos nos tempos atuais. Vivem, atualmente, no limite Norte do estado de Roraima, nas serras limítrofes do Brasil com a Guiana e a Venezuela, precisamente no município de Uiramutã dentro do Parque Nacional “Monte Roraima”.

    Esta comunidade é constituída por 07 (sete) malocas, que são denominadas de: Serra do Sol, Mapaé, Awendei, Sauparú, Kumaipá, Pipi e Manalai, com uma população entre crianças e adultos de 884 pessoas. Vivem da caça e da pesca e de uma agricultura de subsistência; como bebidas utilizam o caxiri nas manifestações festivas.

    Suas residências distribuem-se pelas margens encachoeiradas do rio Cotingo. Na medida em que avança para a Serra do Sol, onde está a maior comunidade Ingarikó, em direção ao Monte Roraima, vai-se distanciando a relação deles com a sociedade nacional. Ainda mantêm fama entre seus vizinhos de serem perigosos, fazendo uso da entidade \\\"kanaimé\\\" para amedrontar os “parentes”.

    Os Ingarikó praticam uma religião nativa chamada areruia. O areruia cobre uma parte considerável das atividades diárias dos Ingarikó. Uma pequena excursão, por exemplo, é precedida por uma prece dessa religião sincrética. Assim o é também, quando da partida de um visitante ou outras atividades corriqueiras. Mas não são todos os habilitados para a incumbência de ser “pastor”, o que o torna uma personalidade rara e respeitada. No desempenho de sua função, caminha de uma aldeia a outra, chegando a atravessar a fronteira Brasil/Guiana para prestar serviços religiosos entre os Kapon do outro lado. É ele quem estimula também a construção de templos – Igreja -, casas que não se diferenciam daquelas que os índios, habitam a não ser um lugar reservado aos cultos. O governo guianense reconhece o areruia. Há também uma bebida de alto teor alcólico produzida a partir da mandioca, batata doce ou do milho, chamada de caxiri.

    Consumida por todos os grupos indígenas de Roraima. O espírito opressor e violento (Kanaimé) é parte da mitologia dos índios do nordeste de Roraima como uma religião dos Kapon e dos demais grupos indígenas habitantes da região do rio Mazarune e cercanias.

    É também da mata que os Ingarikó retiram toda matéria-prima necessária para confeccionar o seu artesanato. São profundos conhecedores do uso das plantas com fins medicinais e outros recursos. Esses índios são conhecidos pelas suas cestarias feitas de cipó titica e fibra de arumã. Seu artesanato é muito bonito.

    Texto extraído do site:

    http://www.rr.gov.br/roraima.php?area=etnia

    Veja fotos neste link:

    http://www.roraima-brasil.com.br/pt/galerias/fotos/011/comunidades_indigenas.html


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